“Excelente livro. Adorei realizar
a leitura das narrativas que o compõem. Chorei, inclusive, ao lê-las,
especialmente a que oferece título ao livro. Bom texto é isso: transporta,
emociona, nos faz viver.”
Hercília Fernandes, poeta,
professora da Universidade Federal de Campina Grande (PB).
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"Em seu blog, Cláudio B. Carlos informa, irônico, que é um 'poeta da nulidade', um 'filósofo do nada', mas ele sabe preencher essa nulidade ou nada com livros, muitos livros. (...) descobri O uniforme por acaso. (...) seus registros são muito pessoais, que alcançam um bom tom. Quero dizer com isso que não me parecem piegas, longe disto. (...) são corajosos exercícios de estilo, onde estão recolhidas memórias e experiências. Seriam invenções? Claro, mesmo memórias podem ser inventadas, mas algo de verdade sempre deve transparecer em narrativas deste tipo. Vou procurar outras cousas deste industrioso sujeito."
Aguinaldo Severino – Santa Maria,
RS.
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“Contundente, irônico,
tragicômico, deixa a gente com um sorriso amargo na boca. Cláudio B. Carlos
consegue dizer muito com um mínimo de palavras e isso não é para qualquer um.”
Cleber Pacheco, poeta, contista, romancista, dramaturgo, crítico
literário e artista plástico – Esmeralda, RS.
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